A contabilidade é uma área muito importante para qualquer empresa e pode, inclusive, determinar o seu sucesso ou fracasso. Por isso, neste post vamos verificar 5 termos contábeis que precisam ser conhecidos por todo empreendedor que quer ter o controle sobre o próprio negócio. Confira!
1. Escrituração contábil
A escrituração é a base da contabilidade, uma vez que, sem ela, as demais tarefas e as análises se tornam impraticáveis. Por meio da escrituração contábil, que também é chamada “escrituração comercial ou mercantil” ou “escrituração tributária ou fiscal”, são feitos os registros cronológicos de todos os fatos que ocorrem na empresa.
Em outras palavras, a escrituração representa a memória empresarial, que permite que o funcionamento do negócio seja compreendido e os planejamentos sejam elaborados e executados.
A escrituração é importante para empresas de qualquer porte e é obrigatória para aquelas que não se enquadram no Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Essa necessidade gerencial, inclusive, é regida por vários aspectos legais que são definidos pelo Código Comercial, pela Lei das Sociedades por Ações, pela Legislação Tributária e pelas Normas Brasileiras de Contabilidade.
2. Balanço patrimonial
Por meio do balanço patrimonial é feita a demonstração contábil, que tem a finalidade de apresentar em que posição contábil, financeira e econômica uma entidade qualquer se encontra ao final de determinado período.
Em outras palavras, o balanço patrimonial faz uma representação específica da situação patrimonial da empresa em uma data específica.
3. Margem de contribuição
A margem de contribuição diz respeito à quantidade de dinheiro que resta da receita que é obtida a partir da atividade empresarial com a venda de produtos e de mercadorias ou com a prestação e serviços, após serem deduzidos os gastos variáveis. É a margem de contribuição que garante a cobertura do custo fixo da empresa e que gera o lucro.
4. Regime de caixa
O regime de caixa é um método simples de ser implementado e comumente encontrado nas empresas de menor porte. Por ele, são consideradas as receitas nas datas em que são recebidas e os gastos nas datas em que são feitos os pagamentos, sem levar em consideração o momento no qual eles efetivamente foram realizados. É o regime de caixa que permite a análise do fluxo de caixa.
De modo geral, o regime de caixa funciona de maneira bastante vinculada à rotina da empresa. Ou seja, quando uma empresa paga uma parcela qualquer — por exemplo, a conta de energia elétrica —, ela é computada somente no dia em que o pagamento é feito. O mesmo se aplica às parcelas recebidas, que são consideradas somente na data em que entram no caixa, independentemente de quando a venda foi realizada ou o serviço foi prestado.
Em outras palavras, o regime de caixa é semelhante ao fluxo de uma conta bancária, por exemplo.
5. Regime de competência
O regime de competência geralmente é utilizado por empresas maiores, que precisam gerar relatórios para apresentar a vários clientes, a fornecedores e, eventualmente, até a acionistas — mas também pode ser aplicado em empreendimentos iniciais que exijam um controle contábil mais efetivo. O sistema representa de forma mais fiel a situação financeira da empresa, uma vez que os gastos e as receitas são considerados no momento em que são gerados.
Assim, a relação entre receitas e despesas permanece constante e de fácil visualização.
Se você tem alguma dúvida contábil, deixe aqui o seu comentário. Teremos prazer em ajudar!